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Obama: a revolução desde cima |
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Escrito por Olavo de Carvalho
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Sex, 12 de Junho de 2009 00:00 |
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O jornalismo, na sua acepção mais elevada, é uma variante menor da ciência histórica. Os instrumentos de pesquisa, verificação e expressão de que o jornalista se serve são em essência os mesmos do historiador, apenas reduzidos a uma escala de precisão mais modesta, em razão do tempo mais curto. Porém, tal como acontece na própria História, a busca do conhecimento aí não é tudo. Tanto o historiador como o jornalista podem se colocar – e este último quase invariavelmente se coloca – a serviço da luta política e de poderes que não raro estão mais interessados na difusão da ignorância que do conhecimento. Daí a necessidade de uma espécie de jornalismo de segundo grau que observe e analise o desempenho do primeiro, separando, nele, o que é investigação da verdade e o que é puro discurso de agente político, na sua tripla acepção de propagandista, de ocultador e de agente de influência. Para desgraça geral, os “observatórios de mídia” que alegam cumprir essa função não passam, na maior parte dos casos, de agentes políticos eles próprios, bem ou mal camuflados sob a capa de analistas críticos. O “Observatório da Imprensa” do Sr. Alberto Dines não passa, em última instância, de um comissariado político devotado a preservar a ortodoxia esquerdista hegemônica. O “Observatório de Mídia” da USP, conforme já demonstrei com documentação mais que suficiente, é apenas um braço da política globalista. Nos EUA, uma certa variedade de perspectivas ainda assegura algum confronto genuíno, mas o alcance popular dos sites de media watch é mínimo em comparação com o dos grandes jornais e noticiários de TV, que a “revolução cultural” das últimas décadas transformou, decididamente, em agentes políticos, isentos do mais mínimo compromisso com as funções que outrora garantiram ao jornalismo uma parcela da dignidade da ciência histórica.
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Abrindo a caixa-preta da Petrobrás |
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Escrito por Ipojuca Pontes
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"O nacionalismo é o último refúgio dos canalhas.", Samuel Johnson, lexicógrafo inglês
O Partido dos Trabalhadores e os chamados "partidos da base aliada" estão criando todo tipo de expediente para desmoralizar a CPI da Petrobras, antes mesmo que ela seja instalada. São manobras ardilosas executados por quem, no Senado, conhece bem de perto as tramas adequadas para impedir que se abra a caixa-preta da poderosa empresa estatal, transformada hoje no mais sólido trampolim para se implantar uma "república popular" no País, projeto do Foro de São Paulo - criado por Fidel Castro e Lula - exclusivamente voltado para "restabelecer na América Latina do que foi perdido no Leste Europeu". (Admita-se ou não, antes de ser um instrumento de manipulação política, os colossais recursos financeiros da estatal do petróleo, manobrados por mãos ávidas dentro governo, vêm se qualificando, tal como na Venezuela de Chávez, como uma formidável alavanca para se erguer o "Estado Forte" de Lula).
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Escrito por VIDE - Editores
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Qua, 10 de Junho de 2009 00:00 |
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Para quem não conhece o deputado inglês Daniel Hannan, vale a pena ver as suas considerações a respeito de diversos assuntos. É raro encontrar na política gente com a cabeça tão no lugar e com coragem de dizer o que deve ser dito. Abaixo dois vídeos (Clique em "Leia Mais..."): |
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Contra a Doutrinação nas Escolas |
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Escrito por VIDE - Editores
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Ter, 09 de Junho de 2009 10:51 |
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Para quem ainda não conhece, existe o movimento "Escola sem Partido (ESP)" (www.escolasempartido.org) empenhado na nobre causa de diminuir e quem sabe no futuro eliminar a doutrinação ideológica das escolas. Não é preciso dizer que a esquerda, principalmente pessoas ligadas ao PT, têm sistematicamente aparelhado a educação no Brasil no sentido de doutrinar as crianças e jovens para que sejam manipulados por seus idéias de hegemonia política e cultural. O ESP luta contra esta verdadeira violência ao bom senso e à democracia. Recebemos do pessoal da ESP por e-mail as informações abaixo . Publicamos aqui para o conhecimentos de todos que visitam o nosso site. |
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Em uma sociedade sem estado, os déspotas não assumiriam o controle? |
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Escrito por Robert P. Murphy
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Qua, 03 de Junho de 2009 00:00 |
Não é raro pessoas contrárias à teoria anarcocapitalista - ou até mesmo ardorosas defensoras - mandarem-me e-mails perguntando praticamente a mesma questão: "Em um sistema 'anarcocapitalista' - isto é, em uma ordem de livre mercado puro - a sociedade não iria se degenerar em batalhas constantes entre líderes militares privados?". Como não pude dar respostas adequadas e completas à época, espero que o seguinte artigo comprove o adágio de que o tardio é melhor do que o nunca.
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O Normal é sempre Lícito e Moral? |
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Escrito por André Gonçalves Fernandes
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Ter, 02 de Junho de 2009 00:00 |
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O que é freqüente é normal? E o que é normal é necessariamente lícito? Eis uma das inúmeras questões da moralidade coletiva deste século. A moral é um assunto de foro particular e, portanto, relacionada ao indivíduo.
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De onde menos se espera... |
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Escrito por Percival Puggina
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Seg, 01 de Junho de 2009 15:26 |
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... daí é que não sai nada, sentenciaria o Barão de Itararé se tomasse conhecimento da tal de reforma política em curso no Congresso Nacional. É inesgotável a capacidade do modelo institucional brasileiro de causar malefícios. O mais recente deles vem com a proposta do voto em lista fechada, exibida como a única forma politicamente viável de enfrentar a bancarrota moral e funcional das instituições. Mais um par de artifícios desse teor e vamos ter que nos mudar para o Paraguai.
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Palestra: Perfil e Perspectiva do Sistema Representativo Brasileiro |
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Ciclo de Palestras “Brasil - Escolhendo o Futuro” Palestra: Perfil e Perspectiva do Sistema Representativo Brasileiro
Local: Hotel Noumi Plaza – Avenida Júlio de Mesquita, 115 – Cambuí Data: 28 de Maio de 2009 Horário:19:00 horas
Palestrante: Professor Paulo Roberto de Oliverira KramerPresidente da Mesa: Deputado Federal Guilherme Campos Comentadores: Professor Antônio Paim e Dr. Dário Jorge Giolo Saadi Apresentador: Dr. César Kyn d´Ávila Organizadores: Fundação Liberdade e Cidadania (www.itn.org.br) e VIDE - Vigilância Democrática (www.vigilanciademocratica.org) Resumo da Palestra: “Toda a experiência histórica demonstra que uma democracia digna desse nome repousa sobre alguns princípios basilares, como liberdade e igualdade, mas se torna verdadeiramente funcional na medida em que é bem articulado o processo representativo. O elo de ligação eficaz entre a opinião pública, os poderes políticos, as leis e as decisões de governo é a representação, que deve, portanto, ser objeto de zelo e aperfeiçoamento por parte dos democratas. Uma equilibrada divisão de poderes entre as diversas áreas do Estado é indispensável como garantia para o cidadão. Devemos refletir e trabalhar pelo aperfeiçoamento do sistema representativo brasileiro, que tem apresentado e ainda apresenta dificuldades de articulação através dos tempos. A reforma política não seria importante para que isso fosse alcançado?”
Informações sobre os membros da mesa
* Professor Paulo Roberto de Oliverira Kramer é doutor em Ciência Política (IUPERJ, 1999), Mestre em Ciência Política (IUPERJ, 1985) e Bacharel em Ciências Sociais (UFRJ, 1981). É Professor-adjunto do Instituto de Ciência Política e Relações Internacionais (UnB, desde 1987). * Deputado Federal Guilherme Campos - Deputado pelo Estado de São Paulo – Partido Democratas, Engenheiro Civil pela USP e Sócio-proprietário da rede de lojas Casa Campos
* Professor Antônio Paim - Filósofo, Consultor e Presidente do Conselho Acadêmico do Instituto de Humanidades e autor do livro Marxismo e Descendência.
* Dr. Dário Jorge Giolo Saadi - Vereador em Campinas pelo Democratas, Médico Urulogista formado pela PUC-Campinas.
* Dr. César Kyn d´Ávila - Engenheiro Eletricista, consultor, empresário e presidente da Vigilância Democrática.
Próximos Eventos 25/06/2009 O Brasil na Economia Mundial Prof. Roberto Fendt 27/08/2009 Dilemas da Educação no Brasil Prof. Sandra Cavalcanti e Dr. Pedro S J Kassab 24/09/2009 Raízes e Atualidades do Movimento Populista na América Latina Prof. Ricardo Vélez Rodrigues
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A inscrição é gratuita, mas as vagas são limitadas. Contamos com a sua presença. Att. César Kyn d´Ávila Presidente da Vigilância Democrática |
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Como Mentir com Estatísticas |
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Escrito por Roberto Fendt
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Sex, 15 de Maio de 2009 00:00 |
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Acredito que o leitor não tenha tomado conhecimento ou tenha esquecido do precioso livro "Como mentir com estatísticas", de Darrel Huff, cuja tradução foi publicada aqui pela Edições Financeiras em 1968. Lá se vão mais de 40 anos. Alguns, contudo, aparentemente não esqueceram o livro e estão aplicando com denodado esforço as lições contidas no compêndio. |
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A "Socialização do Idiota" |
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Escrito por Percival Puggina
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Qui, 14 de Maio de 2009 20:54 |
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Estou chegando da missa de sétimo dia da mãe de uma querida amiga. Na prece dos fiéis, fomos convidados a rezar pelos “movimentos sociais”. Aquela oração, perante cujo enunciado, obviamente, fiquei calado, me fez lembrar foto publicada na edição de Zero Hora de poucos dias atrás, mais precisamente, em 7 deste mês: um grupo de estudantes, de pé, sobre as mesas de uma sala de reunião, exibia-se em atitude que tanto podia corresponder a um protesto quanto a um concurso de requebros. “Que diabo seria aquilo?” – eu me havia indagado ao observar a imagem. A matéria esclarecia. Os jovens expressavam sua inconformidade com o esboço do Plano de Carreira do Magistério Público Estadual. Entenda leitor: era mais ou menos como se os auxiliares de enfermagem estivessem descontentes com alguma questão corporativa do hospital e os pacientes saíssem dos leitos para sapatear na mesa do diretor.
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Escrito por Luís Cristóvão
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Seg, 11 de Maio de 2009 21:48 |
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George Orwell tem em 1984 seu mais renomado e aclamado romance. Escrito no fim de sua vida, Orwell pouco pôde ver a repercussão que o livro teve e ainda tem até hoje.
A estória se passa em um fictício ano de 1984, no qual o totalitarismo viria a dominar o Mundo inteiro. O Planeta é dividido em três grandes blocos, a Eurásia, a Lestásia e a Oceania, e cada um desses blocos tem basicamente a mesma doutrina ideológica. O Governo controla tudo e o povo vive em um constante estado de alienação, onde são manipulados a acreditar – e pior – a seguir voluntariamente os descabidos preceitos do Partido.
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Escrito por Percival Puggina
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Sex, 08 de Maio de 2009 00:00 |
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A cultura contemporânea concede crescente espaço à falta de respeito. As evidências disso e suas consequências são visíveis em toda parte. Elas começam nas famílias, onde os filhos aprendem com os pais, ante a menor contrariedade, a perder o controle sobre palavras e atitudes. Em nome da liberdade, as conseqüências do desrespeito se esparramam na música popular (e na explosão de decibéis com que muitos apreciadores costumam impingi-la aos circunstantes). Chegam às salas de aula. Freqüentam o teatro e as demais formas de arte. Constituem a essência de inúmeros programas de rádio e tevê. Invadem o sindicalismo, a política e os parlamentos. Fazem o lixo das ruas e a poluição do ar e das águas. E, ao encontrar espaço no meio das sisudas togas e as data vênias do Supremo Tribunal Federal, explicam o bate-boca ocorrido entre os ministros Gilmar Mendes e Joaquim Barbosa. A avalanche do desrespeito encontra pelo caminho cada vez menos gente que ainda se dá o respeito.
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Escrito por César Kyn
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Qui, 07 de Maio de 2009 00:00 |
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Refletindo Sobre O Apodrecimento. Mais Divertido Que Observar Pássaros. Tradução de Sergio de Biasi
(Nota do Tradutor : Em certas passagens, tenha em mente o leitor que o artigo foi escrito tendo como contexto os Estados Unidos; infelizmente, a identificação de nossos similares nacionais não é muito difícil de fazer.)
Seguindo o princípio de que a lepra é mais divertida se você compreender por que seus dedos estão caindo, permitam-me alguns pensamentos sobre Karl Marx, suas tolas teorias, e nossa queda em uma versão Disney delas.
O Marxismo é um amontoado estúpido, quase comicamente errado de besteiras sem sentido criado por um homem que tinha pouca compreensão da humanidade, de política ou de economia. Trata-se de um economista cujas teorias invariavelmente levam ao empobrecimento. Como indício de grandeza, isso soaria bastante ineficaz. Ele é um personagem importante pelo mesmo motivo que o mosquito da dengue - pelo dano causado mais do que pelo exercício da inteligência.
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O Brasil e a Lógica do Genocídio |
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Escrito por Maria Lucia Victor Barbosa
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Qua, 06 de Maio de 2009 00:00 |
A lógica do genocídio consiste na destruição total ou parcial de um grupo nacional, étnico, racial ou religioso. Foi posta em prática pelo comunismo e pelo nazismo, sistemas que utilizaram, entre outros métodos, a revolta das massas contra determinados “malditos” que deveriam ser aniquilados ainda que isso fosse absurdo. “Creio porque é absurdo”, eis o primeiro princípio da crença ideológica formulada por Tertuliano em sua época.
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