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Neopopulismo – Uma Realidade Latino-Americana |
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Escrito por Ricardo Vélez Rodríguez
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Qua, 21 de Janeiro de 2009 00:00 |
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O fenômeno do populismo está na crista da onda, não apenas na América Latina, mas pelo mundo afora também. As incertezas geradas pela globalização do mercado de trabalho nos países desenvolvidos (pondo em risco a antiga política do welfare state); a inclusão na economia de mercado de nações até há pouco tempo dependentes de regimes totalitários (como no Leste europeu); a onda de regimes democráticos surgidos na América Latina nos últimos vinte anos e que não conseguiram responder a contento aos reptos crescentes das suas sociedades; as reformas de inspiração liberal, feitas nas economias dos países sub-desenvolvidos, ao longo das últimas décadas, à luz do “Consenso de Washington”, reformas que, se bem reduziram a inflação de modo geral, no entanto não tiveram os resultados esperados do ângulo da produtividade, ainda muito sufocada pelas tradições estatizantes e familísticas na gestão da coisa pública; a democratização sui generis (com forte presença de uma liderança tradicional e carismática), em países do mundo islâmico (Síria, Líbia, Irã); a entrada das nações africanas no período pós-colonial (ao longo da segunda metade do século passado) no caminho da regularização da vida democrática, (num contexto ainda marcado fortemente pelo tribalismo); a desaceleração da economia estadunidense e os freios que esse fenômeno está a produzir em outras economias, particularmente no nosso Continente, essas seriam algumas das variáveis que têm contribuído para o surgimento do populismo, que pode ser considerado como uma espécie de doença que afeta às democracias no momento em que se encontram em crise (de crescimento ou de desgaste).
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Companheiro Cesari Battisti |
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Escrito por Percival Puggina
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Seg, 19 de Janeiro de 2009 00:00 |
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A concessão de asilo político ao terrorista italiano Cesare Battisti era absolutamente previsível. Tão previsível que o próprio terrorista, em 2004, precisando escapar da França, ao perder a proteção que obtivera do socialista François Mitterrand, foi para o Googlemaps, deu uma girada no globo terrestre, e entre mais de duas centenas de destinos possíveis escolheu qual? Pois é. Veio para o Brasil de Lula. Contrariando a orientação do Procurador Geral da República e do Comitê Nacional para os Refugiados, a pátria amada abriu os braços para um sujeito condenado por quatro crimes cometidos como membro de uma organização terrorista denominada PAC (Proletari Armati per il Comunismo), que atuou na Lombardia e no Vêneto no final dos anos 70.
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A escolha de Obama: FDR ou Reagan |
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Escrito por Patrick Buchanan
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Sex, 16 de Janeiro de 2009 00:00 |
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É dito que Barack Obama irá enfrentar o pior cenário desde a Grande Depressão. Sem querer minimizar a crise na qual estamos, é preciso colocar esse assunto na perspectiva correta. A Grande Depressão começou com o Grande Crash de 1929. Em 1931, o desemprego alcançou a marca de 16 por cento.
Em 1933, as bolsas de valores haviam desabado 89 por cento, a economia encolheu em um terço seu valor, milhares de bancos faliram, um terço da provisão de dinheiro se perdeu, e o desemprego atingiu 25 por cento – entre os chefes de família. E naqueles dias não havia seguro-desemprego, seguro-saúde, seguridade social, política de bem-estar social.
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Escrito por Roberto Fendt
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Qui, 15 de Janeiro de 2009 00:00 |
Em 7 de janeiro de 1959, O Globo publicou matéria com os trechos mais expressivos do discurso de Fidel Castro pronunciado em Santa Clara – na véspera da entrada de Castro em Havana como o chefe vitorioso da revolução.
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Escrito por Percival Puggina
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Qua, 14 de Janeiro de 2009 00:00 |
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Meu artigo anterior sobre Cuba suscitou mensagens de contrariedade procedentes de leitores que enaltecem a cinquentenária revolução. Duvido que tenham visitado a ilha porque quando a gente vai e sacode o discurso na peneira dos fatos, o que resta, além de um país em ruínas e cacarecos, é pouco, muito pouco, pouco mesmo.
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Um Povo que Nunca Foi Livre |
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Escrito por Percival Puggina
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Qua, 07 de Janeiro de 2009 00:00 |
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Cuba proporciona ao estudioso uma das histórias mais dramáticas na vida do continente. No período que vai do século 16 ao 19, somava-se ali, ao cenário comum das colônias tropicais (extrativismo, monopólio da metrópole e uso intensivo de mão-de-obra escrava), a grande proximidade com os Estados Unidos. Este último fator fez nascer na elite cubana uma forte corrente desejosa da anexação (anexionistas). |
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